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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Cascatas do Taiti - Cascatas de Fecha de Barjas

As Cascatas de Fecha de Barjas, por vezes designadas Cascatas do Taiti (designação errada) são uma queda de água (cascata) localizada nas Caldas do Gerês, freguesia de Vilar da Veiga, concelho de Terras de Bouro e distrito de Braga, em Portugal.
É uma cascata de alta montanha cujas águas são provenientes do Rio Arado e onde só se pode chegar por caminhos pedestres dada a grande dificuldades de acesso ao local visto os caminhos serem muito sinuosos e agrestes.
Esta queda de água termina numa calma e serena lagoa com margens de areia e águas cristalinas que representa um refúgio para o difícil caminho.

Fotografias de Sérgio Ferreira | Texto: Wikipédia



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Cascatas do Tahiti - Gerês

As Cascatas de Taiti ou Cascata de Tahiti é uma designação errada dada às quedas de água de Fecha de Barjas. É uma cascata portuguesa localizada nas Caldas do Gerês, freguesia de Vilar da Veiga, concelho de Terras de Bouro e distrito de Braga.

É uma cascata de alta montanha cujas águas são provenientes do Rio Arado e onde só se pode chegar por caminhos pedestres dada a grande dificuldades de acesso ao local visto os caminhos serem muito sinuosos e agrestes.

Esta queda de água termina numa calma e serena lagoa com margens de areia e águas cristalinas que representa um refúgio para o difícil caminho.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Rio Arado Outono 2013

Mais um registo do Rio arado, inserido no Parque Nacional da Peneda Gerês. Ao chegar a um dos locais pretendidos para fotografar (1ªfotografia), entre a chuva e o sol de fim de tarde, melhor não poderia acontecer... um belo arco-iris, que veio tornar ainda mais fantástica esta bela paisagem.



sábado, 2 de novembro de 2013

Outeiro - Rio Cávado - Montalegre

É na estrada que liga Paradela a Outeiro que intersectamos  o rio cávado, a jusante da Barragem do alto-cávado, onde se pode admirar mais uma bela queda de água, que "corre" suavemente para a albufeira de Paradela.

CANON EOS 1100D
F/22, 1/5seg, ISO100
HDR 3 fotografias +-EV1.7

CANON EOS 1100D
F/22, 1/5seg, ISO100
HDR 3 fotografias +-EV1.7

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pitões das Junias - Montalegre

O local selecionado para visitar esta semana (30-10-2013), foi Pitões das Junias, neste post faço alusão ao Mosteiro de Nossa senhora das Junias. Local fantástico para fazer alguns registo fotograficos que aqui e nos próximos post's irei partilhar.

Este convento remonta a um antigo eremitério pré-românico, fundado no século IX, cuja implantação obedeceu a critérios de isolamento. Encontra-se num vale estreito, de difícil acesso e longe dos caminhos e de lugares habitados, inscrito em um grandioso fundo paisagístico.
Em contraste com outros cenóbios do Norte de Portugal, que no geral são possuidores de produtivos coutos, esta primeira comunidade de monges das Júnias dependia da pastorícia, fato que acentuou o seu carácter humilde e ascético.


Pitões das Júnias é uma aldeia situada a cerca de 1200 metros de altitude, no norte de Portugal, dentro do Parque Nacional Peneda-Gerês, na região de Barroso, Trás-os-Montes. Faz parte do Concelho de Montalegre, Distrito de Vila Real. Fica próximo a Chaves a leste e Braga a oeste.


A sua origem confunde-se com a do Mosteiro de Santa Maria das Júnias, entre os séculos IX e XI.
A localização no extremo norte de Portugal, o clima inóspito no Inverno e a consequente imigração contribuíram para que a aldeia conservasse a sua pequena população e o característico aspecto medieval. As construções em pedra e a beleza natural do lugar deram início nos anos 90, ao turismo ecológico na região. Turismo esse que cresce nos meses de Verão com a chegada dos seus descendentes, vindos principalmente do Brasil e da França.

Gente lutadora, Povo guerreiroHerdeira natural da velhíssima freguesia de São Vicente do Gerês, nas profundezas do rio Beredo, que recebe águas de vários ribeirinhos na montanha, Pitões é a povoação mais alta de Barroso, na cota dos 1100 metros. Este facto contribuiu em grande medida para a elevada qualidade do presunto e fumeiro desta localidade.
Sempre foi conhecida por ser terra de gente lutadora e mesmo guerreira: não resistiu à destruição do Castelo, nem do Mosteiro, nem da sua “república ancestral” (conjunto de normas comunitárias e democráticas dos seus habitantes) mas resistiu aos Menezes, condes da Ponte da Barca, a quem um rapaz de casa do Alferes foi raptar uma filha com a qual casou; e resistiu à pilhagem e assaltos sistemáticos que os Castelhanos organizavam durante a guerra da Restauração. Em 1665, “um grande troço de infantaria e cavalaria, sob comando de D. Hieronymo de Quiñones atacou Pitões mas não só não conseguiram queimar o povo como este lutou bravamente pondo em fuga o inimigo e sem perdas”. Alguns dias após (com os pitonenses a ajudar, em represália) o capitão de couraças João Piçarro, com 800 infantes, atacaram Baltar, Niño d’Águia, Godin, Trijedo e Grabelos “donde trouxeram 400 bois, 1500 ovelhas e 20 cavalos”. E resistiu ao florestamento da Mourela, com pinheiros, o que levaria à perda das suas vezeiras. Resistiram sempre e ainda bem resistem!
Nesta aldeia pode visitar a corte do boi do povo, agora reconstruída como pólo do ecomuseu.


 
 Mosteiro de Nossa Senhora das Junias



terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sunrise - Ruivães - Vieira do Minho

Faltavam poucos minutos para o nascer do sol, as tonalidades registadas no ceu e a neblina que é gerada sobre o rio cávado embelezam ainda mais está bonita paisagem.

CANON EOS 1100D
F/22, 1/2seg, ISO100


https://www.facebook.com/#!/PhotographicexperiencesPortugal



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Pitões das Junias - Montalegre






 
Pitões (Santa Maria das Júnias) é a capital do turismo Barrosão. É também a capital do Parque Nacional do Gerês.
Pitões das Júnias é uma aldeia situada a cerca de 1200 metros de altitude, no norte de Portugal, dentro do Parque Nacional Peneda-Gerês, na região de Barroso, Trás-os-Montes. Faz parte do Concelho de Montalegre, Distrito de Vila Real. Fica próximo a Chaves a leste e Braga a oeste. A distância até a cidade do Porto é de aproximadamente 140 km. Do Aeroporto de Pedras Rubras, a distância é de 133 km, percorridos em 2 horas e 10 minutos.

A sua origem confunde-se com a do Mosteiro de Santa Maria das Júnias, entre os séculos IX e XI.
A localização no extremo norte de Portugal, o clima inóspito no Inverno e a consequente imigração contribuíram para que a aldeia conservasse a sua pequena população e o característico aspecto medieval. As construções em pedra e a beleza natural do lugar deram início nos anos 90, ao turismo ecológico na região. Turismo esse que cresce nos meses de Verão com a chegada dos seus descendentes, vindos principalmente do Brasil e da França.
Gente lutadora, Povo guerreiro
Herdeira natural da velhíssima freguesia de São Vicente do Gerês, nas profundezas do rio Beredo, que recebe águas de vários ribeirinhos na montanha, Pitões é a povoação mais alta de Barroso, na cota dos 1100 metros. Este facto contribuiu em grande medida para a elevada qualidade do presunto e fumeiro desta localidade.
Sempre foi conhecida por ser terra de gente lutadora e mesmo guerreira: não resistiu à destruição do Castelo, nem do Mosteiro, nem da sua “república ancestral” (conjunto de normas comunitárias e democráticas dos seus habitantes) mas resistiu aos Menezes, condes da Ponte da Barca, a quem um rapaz de casa do Alferes foi raptar uma filha com a qual casou; e resistiu à pilhagem e assaltos sistemáticos que os Castelhanos organizavam durante a guerra da Restauração. Em 1665, “um grande troço de infantaria e cavalaria, sob comando de D. Hieronymo de Quiñones atacou Pitões mas não só não conseguiram queimar o povo como este lutou bravamente pondo em fuga o inimigo e sem perdas”. Alguns dias após (com os pitonenses a ajudar, em represália) o capitão de couraças João Piçarro, com 800 infantes, atacaram Baltar, Niño d’Águia, Godin, Trijedo e Grabelos “donde trouxeram 400 bois, 1500 ovelhas e 20 cavalos”. E resistiu ao florestamento da Mourela, com pinheiros, o que levaria à perda das suas vezeiras. Resistiram sempre e ainda bem resistem!
Nesta aldeia pode visitar a corte do boi do povo, agora reconstruída como pólo do ecomuseu.



DADOS GERAIS
Padroeiro: São Rosendo
População total (2001): 201 habitantes
População feminina (2001): 108 habitantes
População masculina (2001): 93 habitantes
Eleitores (2002): 188
Área: 36,890 km2
Actividades Económicas: Agrícola e pecuária.
Gastronomia: Cozido à Portuguesa, cabrito estufado, cabra estufada, sopa de vinho, rabanadas pão-de-ló e aletria.
Artesanato: Meias e aventais de lã de ovelha, croças de junco.
Movimento Associativo: Associação Cultural e Recreativa “O Fiadeiro de Pitões”
Festas: Santo António (13 de Junho), São João (24 de Junho), São João da Fraga (25 de Junho), Nossa Senhora das Júnias (15 de Agosto), e Santa Bárbara (16 de Agosto).

Fauna: Lobo-ibérico, javalí, corço, cabra-loura, gato bravo, açor, peneireiro, papa-figos, fuinha, lebre e coelho bravo. Avifauna: gavião, águia-real, perdiz, cuco, coruja, melro, milhafre, andorinhas, águia-cobreira, águia-de-asa-redonda, tartaranhão-caçador.
Répteis: sardão, cobra rateira, víbora cornuda
Truta-de-rio.
Flora: Lírio-do-gerês, narcisos, anémona, silene, violetas, vários arbustos (carqueja, urze, tojos, torga, sargaço, giestas, hipericão, macela e azevinho), carvalho-negral, carvalho-alvarinho, vidoeiros, aveleiras, amieiros, salgueiros e alguns exemplares de teixo.

Locais de Interesse Turístico: Parque Natural de Peneda do Gerês, Desfiladeiro da Fecha Velha,
Mosteiro de Nossa Senhora das Junias, Cascata de Pitões.
Ecologia: Serra do Gerês.
Cursos de Água: Rio de Camposinho, Buredo, Fornos e Avelaira.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Aldeia de Lamalonga

Partindo da vila de Vieira do Minho siga pela EN 304 até ao lugar de Cerdeirinhas, freguesia de Tabuaças. Na rotunda que liga a EN 304 à EN 103 vire à direita em direcção a Chaves. Mantenha-se na EN 103 durante cerca de 30 km até encontrar do seu lado direito um entroncamento devidamente sinalizado, indicando a direcção a seguir até Campos, são aproximadamente 3 km. A pequena aldeia de Lamalonga situa-se na freguesia de Campos, a cerca de 850 metros de altitude na encosta norte da Serra da Cabreira. Tal como Campos, Lamalonga soube preservar os traços da sua identidade e organização social. Os edifícios de interesse colectivo, o forno e os moinhos reflectem as vivências acentuadamente comunitárias e transmitem às novas gerações os costumes e saberes de outrora. O Carvalhal do Esporão ou Carvalhal de Santo António é sem dúvida o ex-líbris desta localidade, sendo um motivo de orgulho para os habitantes. É uma relíquia verde, um espaço aprazível constituído na sua maioria por árvores centenárias. Este espaço comunitário é gerido pela Comissão de Baldios e ainda conta com o apoio da Associação da Aldeia de Lamalonga (ADLL).

Ponte da Misarela - Gerês

A bonita Ponte da Misarela situa-se sobre o cristalino rio Rabagão, em pleno Gerês, perto da Barragem da Venda Nova, mais propriamente no lugar da Misarela, freguesia de Ferral, no concelho de Montalegre. Esta estrutura data provavelmente da época medieval, ou pelo menos de tradição arquitectónica medieval, enquadrada de forma espectacular na paisagem de densa vegetação. A ponte está associada a uma já famosa lenda, onde o protagonista é o Diabo, daí que muitas vezes esta seja apelidada de “ponte do Diabo”. Reza a lenda que certo dia um criminoso ao fugir da justiça vê-se encurralado nos penhascos sobranceiros ao rio Rabagão. Em desespero, apelou, à ajuda do diabo, que acedeu, pedindo em troca a sua alma. O diabo fez então aparecer uma Ponte ligando as margens do rio, passando então o criminoso, mas de seguida fazendo-a desaparecer, travando assim as autoridades. O criminoso, arrependido, decide procurar um frade para ter a sua alma de volta. Obedecendo ao plano do frade, o criminoso volta ao lugar a pedir o auxilio do Diabo para a travessia, fazendo reaparecer a ponte. O frade benze então com água benta a Ponte, o penitente recupera a alma perdida e o diabo perde a mais uma batalha do bem contra o mal. A ponte ficou então com um carácter sagrado, e ainda hoje se diz que se algo vai mal numa gravidez, deve a mulher pernoitar debaixo da ponte, e a primeira pessoa que pela manhã passar pela ponte deverá ser o padrinho ou madrinha da criança, que deverá receber o nome de gervásio ou Senhorinha. De facto, regularmente vários Gervásios e Senhorinhas aqui se reúnem desde há tempos remotos, para celebrar esta lenda, que talvez lhes tenha salvo a vida